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CDTC 




Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento






Apresentação

A revolução digital tem um agente universal, intermediador da inteligência humana - o software. Ele é quem realiza o potencial oferecido à criatividade do homem contemporâneo pelo computador, redesenhando fronteiras e modelos das suas interações sociais. Ele define e dá sentido ao ciberespaço, onde é a lei, gerando novas culturas e dependências.

Todo esse poder traz riscos e responsabilidades. A economia de escala nos seus processos de arquitetura, produção e negócio favorecem os monopólios, podendo implicar em dependência a formatos e padrões proprietários e às suas consequências. Responsabilidades repousam na escolha e adoção coletivas de formatos e padrões digitais que irão controlar o alcance, a natureza e o poder desta intermediação.

O papel social do software tento pode promover como reprimir representações das liberdades humanas, submissas às liberdades do mercado na nova economia. O software livre, com seu código aberto e propriedade coletivizada, exploram peculiaridades do ciberespaço para nos oferecer alternativas socialmente equilibradas, globalmente eficientes e sadias aos desafios da arquitetura, produção e negócio do software. Ele é fruto da consciência cidadã, atuando na dimensão social desse poder intermediador da inteligência e vontade humanas.

Provas de seu sucesso estão no conjunto de protocolos abertos para intercomunicação entre redes - o alicerce TCP/IP da Internet, no sistema operacional GNU/Linux e em outros. Foi alcançado porque, na economia do ciberespaço, onde a moeda é o significado da informação, a cooperação pode ter custo/benefício superior ao da competição. Seu desenvolvimento não é guiado por fluxos de caixa, mas sim por sinergia e necessidades específicas, onde as decisões evolutivas e o custo para depuração e suporte são diluídos na sua base produtora, que nele investe em busca de ganhos indiretos. Estes ganhos são amplificados pela estabilidade, agilidade e confiabilidade do seu produto, num mercado livre de pressões monopolistas, vendas casadas, forçadas ou precipitadas.

Sua evolução tanto poderá completar a revolução desmonopolizante iniciada nos anos 80 com o downsizing, como ser criminalizada por legislação privatizante e protecionista de grandes interesses paroquiais.

Consciente da importância do papel do estado, tanto na intermediação no mercado de software quanto na construção de uma sociedade mais justa e solidária, o ITI - Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, através do projeto CDTC - Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento, vem propondo a união de esforços entre o setor público e as universidades que fazem parte do estado com objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade no uso do software livre.

Este projeto considera que os recursos disponibilizados serão de intenso impacto social, ampliando as liberdades individuais com o acesso da tecnologia pela sociedade, tendo ainda o estado uma grande economia de recursos a partir do usos de licenciamentos livres, permitindo assim que a economia com os recursos despendidos anualmente em licenças proprietárias de softwares, garanta o aquecimento de um mercado emergente, permitindo o acesso e apropriação tecnológica pelo próprio mercado nacional.



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